Os restaurantes comunitários do DF serviram 16.801.987 refeições em 2025, entre café da manhã, almoço e jantar. O volume equivale a uma média de uma refeição a cada dois segundos nas 18 unidades da rede, segundo levantamento divulgado pela Agência Brasília.

A expansão vem ocorrendo desde 2019. O número anual de refeições passou de 6,5 milhões naquele ano para 7,1 milhões em 2020, 7,9 milhões em 2021, 9,9 milhões em 2022, 10,9 milhões em 2023, 14,3 milhões em 2024 e 16,8 milhões em 2025.

Em 2026, até 18 de maio, já haviam sido servidas 5.271.226 refeições. O ritmo mantém a rede entre as principais políticas públicas de segurança alimentar do DF, especialmente para moradores que dependem de refeições a preço reduzido durante a semana e também nos fins de semana.

Nos últimos anos, quatro unidades foram construídas no Pôr do Sol, Arniqueira, Expansão de Samambaia e Varjão. Outras 13 passaram por reformas e tiveram ampliação de serviços, com oferta de café da manhã e jantar, além de funcionamento aos domingos e feriados após a conclusão das obras.

Atualmente, a única exceção na ampliação é o restaurante de Ceilândia Centro, conhecido como DJ Jamaika, cuja expansão já está prevista. A rede também teve preços reduzidos desde 2019, medida citada pelo GDF como parte das políticas de segurança alimentar voltadas à população em situação de vulnerabilidade.

A ampliação dos restaurantes comunitários foi apontada como um dos fatores para a conquista do Selo Betinho pelo DF. A premiação, concedida pela organização Ação da Cidadania, reconhece esforços de governos locais em políticas públicas de combate à fome e garantia de segurança alimentar.

Para a concessão do selo, são avaliados critérios como funcionamento de instâncias do Sistema Nacional de Segurança Alimentar, implementação de programas contra a fome, transparência e monitoramento das políticas de segurança alimentar. A rede de restaurantes se soma a iniciativas como o Cartão Prato Cheio no atendimento a famílias vulneráveis.