O DF foi reconhecido como uma das cinco unidades da Federação que mais geraram empregos para famílias inscritas no Cadastro Único. A premiação ocorreu no II Prêmio Nacional de Inclusão Socioeconômica, realizado em Brasília na quarta-feira (27).

A condecoração foi concedida pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. O DF foi representado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e recebeu o reconhecimento no eixo Inclusão Socioeconômica para o Trabalho, ao lado de Amapá, Pará, Paraíba e Piauí.

A categoria premiou empresas, estados e municípios que mais contribuíram para a geração de empregos destinados a pessoas inscritas no Cadastro Único. A avaliação teve como base dados do Caged e estudos desenvolvidos pela Fundação Getúlio Vargas e pelo Instituto Brasileiro de Economia.

Além das categorias competitivas, a cerimônia concedeu 16 menções honrosas a organizações da sociedade civil, parceiros públicos e instituições privadas. As homenagens destacaram ações de inclusão produtiva, qualificação profissional e educação empreendedora.

A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, afirmou que o prêmio reconhece ações voltadas à criação de oportunidades para famílias em situação de vulnerabilidade. Segundo ela, o trabalho busca permitir que essas famílias avancem na geração de renda e no acesso ao mercado de trabalho.

Os vencedores foram definidos pela Comissão Julgadora instituída pela Portaria MDS nº 69, de 13 de maio de 2026. A análise considerou evidências e resultados apresentados por estados, municípios, empresas, instituições financeiras e organizações participantes.

O prêmio integra as ações do programa federal Acredita no Primeiro Passo. A iniciativa foca na ampliação de oportunidades de geração de renda, qualificação profissional, inclusão produtiva e empreendedorismo, com reconhecimento a gestores e instituições que atuam na redução da pobreza e das desigualdades.