Estudantes-atletas do DF contaram com acompanhamento psicológico, social e fisioterapêutico nos Jogos da Juventude 2026, realizados de 19 de outubro a 3 de novembro em Foz do Iguaçu, no Paraná. A equipe enviada pela Secretaria de Educação reuniu psicóloga, assistente social, fisioterapeuta, técnicos e oficiais.

O atendimento procurou ajudar os adolescentes a lidar com a ansiedade, o nervosismo e a pressão por resultados. Segundo a diretora de Modalidades Especiais da SEEDF, Rejane Matias, a proposta considerou o desenvolvimento emocional e social dos estudantes, além do desempenho nas provas.

A Subsecretaria de Educação Básica e a Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais atuaram juntas no acompanhamento da delegação. O suporte incluiu dificuldades de convivência, adaptação à viagem e proteção dos direitos dos adolescentes.

Na equipe, a assistente social Karol Moraes destacou a necessidade de considerar a realidade de cada estudante. “É importante considerar a realidade social e o contexto de vida de cada estudante, aspectos que muitas vezes acabam sendo desconsiderados.” O trabalho também envolveu questões de segurança, bem-estar e dificuldades emocionais durante a competição.

A fisioterapia atuou tanto na preparação para as disputas quanto na recuperação após as provas. Rafaela Costa, que acompanha os Jogos da Juventude há 14 anos, explicou que relaxamento, alongamentos, massagens e exercícios respiratórios ajudam a reduzir ansiedade, estresse e tensão muscular antes da competição.

Depois das provas, o atendimento se concentrou na recuperação dos músculos e no alívio de dores e tensões físicas e emocionais. Segundo a fisioterapeuta, o cuidado também contribui para a confiança e a preparação dos atletas.