O Metrô-DF deve chegar a cerca de 180 mil passageiros por dia com as novas estações previstas para Samambaia e Ceilândia. Hoje, o sistema transporta em média 160 mil usuários diariamente e tem 42,3 km de extensão.

Quando as ampliações forem concluídas, a malha passará para 48,2 km. A expectativa da companhia é acrescentar 25 mil passageiros por dia ao sistema, com 5,9 km de novas vias.

Em Samambaia, as obras têm investimento previsto de R$ 319 milhões, dos quais R$ 77.689.253,96 já foram executados. As frentes incluem terraplenagem, drenagem, estruturas, contenções e sistemas complementares, com cerca de 350 empregos diretos e indiretos.

O projeto da cidade prevê duas novas estações, 35 e 36, a partir do terminal de Samambaia, além de três subestações de energia. O trecho terá aproximadamente 3,6 km até a região do subcentro oeste, perto da 1ª Avenida Sul.

As novas estações ficarão próximas à UPA, ao Centro Olímpico e Paralímpico e a complexos habitacionais. O Metrô-DF estima que elas atraiam de 12 mil a 15 mil usuários por dia.

Ceilândia também terá duas novas paradas, em um trecho de 2,3 km a partir da Estação Ceilândia até as margens da BR-070. Uma estação ficará nas imediações da UPA e outra perto do Centro Olímpico e Paralímpico da cidade.

A companhia também planeja a Linha 2, que deve ligar a área Sul do Quadradinho ao Plano Piloto. O projeto deve atender Santa Maria, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Cruzeiro e Plano Piloto.

Os estudos preliminares de viabilidade técnica, econômica e ambiental estão em elaboração. A estimativa inicial de investimento para a Linha 2 varia entre R$ 13,4 bilhões e R$ 20,4 bilhões, conforme o traçado e as soluções técnicas.

Além das expansões, o metrô passou por mudanças como pagamento por aproximação, QR Code no lugar de bilhetes de papel, painéis informativos, aplicativo com informações em tempo real e abertura das estações às 5h30.